Mineiro é apontado como operador financeiro ligado ao empresário Daniel Vorcaro
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou nesta quarta-feira (9) o acordo de delação premiada de Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”. A decisão tramita sob sigilo judicial e permite que os relatos e documentos apresentados pelo colaborador sejam utilizados formalmente nas investigações, desde que submetidos à verificação e confrontados com outras provas.
A homologação não significa que as informações apresentadas pelo delator tenham sido consideradas verdadeiras de forma automática. Cabe ao relator verificar aspectos legais da colaboração, como a voluntariedade do acordo e a regularidade do procedimento.
Mineiro é apontado como operador financeiro ligado ao empresário Daniel Vorcaro e ao extinto Banco Master. Na colaboração, teria apresentado informações sobre movimentações financeiras e operações que estão sob análise das autoridades.
O conteúdo da delação poderá subsidiar novas diligências durante as investigações, incluindo pedidos de quebra de sigilo, depoimentos e outras medidas determinadas pelos órgãos responsáveis pelas apurações.
Como o processo permanece sob sigilo, os detalhes do acordo e das declarações prestadas por Mineiro ainda não foram divulgados. A homologação formaliza a colaboração e permite que o material entregue pelo delator passe a integrar os procedimentos investigativos, observadas as exigências legais de confirmação das
Da redação CSFM







